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05/04/2018 ás 23:05 por Redentora
Moradores do Renascer e Ipiranga falam sobre as condições de seus bairros
 
Ao dar seguimento a série do Jornal Província sobre as estruturas públicas básicas de cada bairro de Tenente Portela, retratadas através dos questionamentos respondidos pelos moradores, trazemos nesta edição os conjuntos habitacionais Renascer e Ipiranga. O bairro Renascer, fundado a menos de 4 anos, foi criado por meio de iniciativa pública de remanejamento de moradores em áreas consideras inabitáveis e atualmente conta com famílias advindas de diversos pontos na cidade. 
Nossa reportagem constatou que as ruas do bairro têm calçamento regular, porém com certa quantia de vegetação rasteira em meio às pedras e no meio-fio, além de lixos espalhadas em diversos pontos. A falta de uma área de lazer aos moradores é notória, principalmente para a demanda de crianças. Este assunto é um dos principais pontos a serem melhorados no local como afirma a dona de casa, Solange Davis, 25 anos. Com lâmpadas públicas que trazem boa luminosidade as casas, Solange relata que ela e sua família se sentem seguros na comunidade que reside a aproximados 3 anos.
A moradora Solange descreve ter apreço por sua moradia e vizinhança da Rua A, uma das vias no bairro Renascer. Porém a jovem moradora afirma que algumas mudanças poderiam ser feitas no local onde mora, como a contribuição dos moradores e da administração para a revitalização das poucas ruas. Ressalta ainda que para o bem-estar de pais e filhos estaria em um nível mais alto se houvesse construção de um espaço como uma pracinha de brinquedos com bancos, até podendo ter equipamentos de ginastica, para conversações nos finais de tarde e diversão da população. 
A funcionária pública e mãe de 5 crianças, Líria da Silva, 29 anos, afirma que a proposta do projeto de uma pracinha, apresentada também pela moradora anterior, traria um entretenimento a todos os moradores. A moradora Líria destaca o amor que tem pelo seu lar e local onde vive e acredita que com a ajuda de todos a conservação das ruas, por exemplo, e outros problemas recorrentes do bairro irão poder ser solucionados. Avalia a segurança, iluminação, saneamento básico como razoavelmente bom. 
Já Jurema da Silva da Veiga, 53 anos, a terceira moradora entrevistada por nossa reportagem, acha o seu bairro muito bom de morar pela tranquilidade e condições básicas, levando em consideração, as precárias instalações que vivia antes com sua família. Como ampliações e melhorias possíveis de serem feitas a dona de casa ressalta que a pracinha seria uma das primeiras coisas a serem pensadas pelas autoridades, pois ajudariam a trazer mais qualidade de vida a ela e seus vizinhos. 
Em outra área da cidade, fomos pesquisar as condições de infraestrutura do bairro Ipiranga, localizado as margens da ERS 330, rodovia de ligação entre Tenente Portela Miraguaí. A comunidade conta com forte presença de vegetação nas vias, calçamento irregular. O agricultor, Sérgio Chiele, de 48 anos reside na Rua Fries, e relata a calmaria e segurança como dois fatores que fazem o seu gosto pelo lugar onde vive a mais de 15 anos, porém afirma também que teme o futuro, devido às ondas de criminalidades que podem chegar a nossa cidade e tirar o sossego de moradores. 
Sérgio diz que a única área de lazer em existente é Clube Ipiranga, com piscinas, cancha de bocha, campo de futebol e outros espaços, mas que são mantidos por iniciativa privada, portanto, não disponível para toda a comunidade. O morador relata que a dias atrás a comunidade sofria com grandes crateras aberta na Rua Júlio de Castilhos, umas vias de maior trafegabilidade. Porém a menos de 10 dias após reclamação dos moradores, segundo Sérgio, funcionários da administração municipal fizeram trabalhos de fechamentos dos buracos para o alivio dos transeuntes e condutores de veículos. 
Sobre o episódio o morador entrevistado, Geraldo Tamiozzo, 61 anos, afirma que pés de bananeira foram plantados para chamar a atenção dos administradores e que a resultante foi positiva já que a menos de um mês a via foi arrumada. O empresário diz que algumas ruas estão em situação precária, principalmente, pela falta de ações de manutenção de vegetação nos acostamentos, meio-fio, e o fato dificulta o escoamento de água, a passagem de pessoas e traz inseguranças aos cidadãos. 
O empresário acredita cooperar para manter o lugar bom de viver, e espera a colaboração dos demais vizinhos para concretização de melhorias possíveis como a revitalização dos passeios. A última pessoa entrevistada, Alzira Buratti, 52 anos, funcionária pública afirma que na questão de educação, os pais moradores daquela região da cidade que tem como referência uma excelente escola, E.E.E.M. Sepé Tiaraju, já que ela, formou no ensino médio da instituição os seus 3 filhos. 
Alzira menciona o bom saneamento, segurança e iluminação questões bem desenvolvidas na comunidade. Ela cita a colocação de um quebra-molas antes da perigosa curva acentuada na ERS 330 e o calçamento de um pequeno trecho da Rua Júlio de Castilho, seriam obras a serem executadas e que melhorariam a segurança no transito, pela redução da velocidade no trecho, e o trafego de veículos, inclusive até a sua moradia. 
Todos os moradores entrevistados afirmaram ter coleta seletiva semanal. A maioria dos 6 moradores afirmaram saber separar o lixo. Na próxima semana a nossa reportagem segue visitando os bairros da cidade e contando como os moradores veem seus locais de moradia. 
Se você quer ver sua comunidade em nossa série entre em contato conosco. 



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